A coisa mais ironica que já me aconteceu. Eu: uma pessoa grudenta, ciumenta e que se apega impressionantemente rápido às pessoas. Meu namorado: versão feminina de mim! Ele vivendo sozinho, sem uma companheira, desiludido com o amor. Eu também. A gente se encontra, a gente se dá bem, a gente descobre que é capaz de amar mais uma vez e que se pudéssemos passaríamos o dia e a noite inteira juntos. Então ele mora mroa na mesma cidade que eu, mas faz faculdade fora! E a gente descobre que tem de lidar com esse situação.
Como dói a separação. Mesmo que não seja um rompimento, coisa que eu não quero que nunca aconteça. Deixar a pessoa que a gente ama ir, vê-la partir é como ter alguém espremendo o coração da gente e é como se em ânsia de sair o sulco que escorre do coração se derramasse sobre nossa face em forma de lágrimas.
Como eu senti a partida dele. Como se alguém me rasgasse por dentro. A saudade aperta antes mesmo de ter que deixar ele ir.
Hoje eu disse pela primeira vez que o amava e acho que foi sincero. Deve ser sincero, já que eu sinto como se ele fosse uma pequena parte de mim que me consome. Ele é quem me alegra, entristece, seduz e completa.
Ah.. que saudades do meu amor!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)